95% da serotonina, conhecida como o hormônio da felicidade é produzida no intestino.

Você sabia que o intestino tem neurônios, aproximadamente 500 milhões. É menos que a massa cinzenta, que tem bilhões, mas o suficiente para formar um sistema nervoso próprio, responsável por coordenar tarefas como a liberação de substâncias digestivas e os movimentos que estimulam o bolo fecal a ir embora.

Esses circuitos operam sozinhos, ou seja, independem do comando cerebral. Não é a toa que o apelido do intestino é de “segundo cérebro”.

Embora funcione de forma independente, ele se comunica com o Sistema Nervoso Central (SNC) através dos sistemas simpático e parassimpático.

No entanto, quando falamos de serotonina (neurotransmissor que nos proporciona a sensação de felicidade e bem-estar), os neurônios intestinais produzem 90% a mais serotonina do que no cérebro. Por isso, é tão importante a boa manutenção deste órgão para nossa saúde física e emocional.

Doenças crônicas envolvendo o cérebro, como por exemplo, #depressão, pânico, ansiedade, #enxaqueca, autismo, esquizofrenia etc, em sua grande parte estão também relacionadas a problemas no sistema digestivo em maior ou menor grau.

Um dos trabalhos mais conhecidos sobre o assunto é o do Dr. Michael D. Gershon, presidente do departamento de anatomia e biologia celular da Universidade de Columbia. Em seu livro, ‘Segundo Cérebro’, o conhecido pai da neurogastroenterologia desenvolve ideias importantes, como o interessante fato de que 95% da #serotonina e 50% da #dopamina são produzidos no sistema gastrointestinal.

A serotonina, conhecida como o hormônio da felicidade, é um #neurotransmissor. Ou seja, é a substância química que faz com que os #neurônios passem sinais entre si. Entre suas funções está a regulagem do ritmo cardíaco, do sono, do apetite, do humor, da #memória e da temperatura do corpo. Ter essa substância em equilíbrio é fundamental para uma vida feliz e bem disposta.

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