A neurociência da dependência emocional

🚨 A dependência emocional acontece quando uma pessoa projeta as suas expetativas nas pessoas, passando a depender do outro para se sentir feliz, capaz, para tomar decisões e até mesmo para se sentir amado. No fundo, o dependente emocional sente muito medo de assumir a responsabilidade sobre a sua própria vida, de tomar decisões erradas e de ser rejeitado.

😌 O cuidar é algo natural e esperado em um relacionamento saudável.

💣 Entretanto, o problema surge quando a parceria no relacionamentos se torna uma dependência do outro, como um vício.

Sinais da alerta!
– Comportamentos de submissão ao outro;
– Sinais de fissura e abstinência na ausência da pessoa amada;
– Dificuldades de tomar decisões nos relacionamentos;
– Sentimentos de insatisfação;
– Vazio emocional;
– Medo da solidão;
– Baixa tolerância a frustração;
– Tédio;
– Desejo de autodestruição e sentimentos negativos;
– Falta de consciência sobre seus problemas;
– Sensação de estar preso ao relacionamento e de que não conseguirá deixá-lo;
– Conflitos de identidade.

👀 Um dos fatores para a dependência emocional podem surgir durante a infância, caso a criança não sinta as suas necessidades emocionais satisfeitas, apresentando no futuro uma maior tendência para ser um adulto com baixa autoestima e com uma necessidade excessiva de aprovação.

Os padrões de atividade cerebral associados ao amor romântico, evidenciados em ressonância magnética funcional, se sobrepõem a regiões que expressam receptores de ocitocina nos modelos animais. Tudo indica que sim, é a #ocitocina a responsável pelo apego. Há também evidências do papel da #serotonina, do cortisol, do fator de crescimento neuronal e da #testosterona no amor e no apego.

#neuromarketing #psicologo #psicologia #dependenciaemocional #relacionamentosaudavel #baixaautoestima #amorromantico #ilusaoamorosa


Publicado

em

por

Tags:

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *