A psicologia dos GIFs

De acordo com um estudo realizado pelo site iScribblers, agência americana de marketing de conteúdo, o cérebro processa o que está vendo no vídeo 60.000 vezes mais rápido do que processa o texto e demora cerca de duas vezes mais para compreender palavras em detrimento à imagens!

Quando você está lendo, é preciso ter uma mente ativa para ler, processar e compreender completamente as palavras da página; é preciso muito uso da área cerebral para fazer uma leitura totalmente focada. Porém, os vídeos nos permitem ser um pouco mais preguiçosos e usar um pouco menos da nergia para entender o que está acontecendo na tela à nossa frente. 

É mais provável que um GIF expresse a emoção que você deseja comunicar com seu parceiro de comunicação! 

Para Roger Dooley, especialista em neuromarketing, há um aumento considerável no nível de recordação quando a mensagem é animada. Neste caso, o especialista inclui vídeo e conteúdo em GIFs nesta informação.

Mas, além das predisposições do cérebro em relação ao conteúdo animado, os GIFs apresentam elementos de comunicação eficazes porque são nutridos pela cultura popular. Em outras palavras, ao pegar trechos de filmes familiares e usá-los em outro contexto, não apenas se explode a monotonia de uma conversa, mas também se apela às memórias da infância e, portanto, a emoções surgem como uma espécie de nostalgia.

Quando você expressa seus sentimentos com um GIF, a comunicação se torna mais “amigável”, porque, ao usar um elemento da cultura popular  e colocá-lo em outro contexto, fazemos uma pausa inesperada e surpreendente na comunicação, que é cômica. 

Internalizamos esses GIFs em um nível emocional porque nos identificamos com os elementos culturais que são comuns a nós. Além disso, quando compartilhamos esses elementos culturais, fortalecemos nossos laços com as pessoas que os entendem.


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