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A solitude é uma experiência. A solidão é um estado emocional.
Quando estamos ao lado de outra pessoa e passamos um tempo de qualidade com ela, nosso #cérebro experimenta uma alegria intrínseca.
Estudos de #neuroimagem, mostram que essa alegria vem da ativação de regiões subcorticais do cérebro, como o corpo estriado ventral. Essa mesma região é ativada em momentos de recompensas sociais e monetárias.
No cérebro, as dores emocionais são percebidas pela mesma área responsável por captar as dores físicas: o giro do cíngulo anterior.
Estou só e está tudo bem 🙂
Para o #neurocientista Dr. José Fernandes Vilas, a solitude promove saúde emocional – você escolhe dedicar um tempo a si mesmo, refletir, limpar os pensamentos, meditar. Pode fazer isso enquanto cultiva uma horta, caminha, cozinha ou organiza algo.
É importante ter uma relação saudável com a #solitude, com o próprio eu interno. Mesmo para quem mora sozinho, é possível aumentar a #criatividade, descobrir caminhos que vão além da tecnologia, embora ela seja usada como ponte.
Alongar-se, respirar fundo, revisar pensamentos. Ler, escrever, visualizar o amanhã. Gerar fontes de renda ainda que provisórias e desconvencionais, enquanto se busca recolocação profissional.
E a solidão?
A palavra “solidão” surgiu por volta de 1800. A solidão é um estado emocional. Você não quer estar sozinho, mas forçosamente está. É uma situação que independe de sua vontade, e isso gera uma dor, uma angústia, um sofrimento em graus variados, mas em todos os aspectos gera dano emocional.
A #solidão cimenta o estado de tristeza, frustração e desesperança, reduzido à #imunidade e contribuindo para que o quadro clínico entre em risco.
Esta imagem, tem uma obra de título “absorvidos pela luz”, da artista Gali May Lucas. A escultura tem como objetivo comentar como a tecnologia digital nos envolve e afasta as pessoas da realidade.
Qual o seu ponto de vista sobre solidão e solitude?
A tecnologia nos aproxima ou nos afasta?
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