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Cinza: Quando usar, quando evitar e a sua influência no comportamento

No livro #PsicologiadasCores, da socióloga alemã #EvaHeller, foram consultadas 2000 pessoas com idades entre 14 e 97 anos na Alemanha, mostrando os efeitos das cores no psicológico do ser humano. No livro, somente 1% dos homens citam o cinza como cor favorita, sendo que 13% dizem ser a cor de que menos gostam. Enquanto isso, mulheres não o classificam como cor preferida e 14% dizem que é a cor menos apreciada.

O #prata, que é muito similar à cor cinza, remete ao moderno, em comparação ao ouro, não é pomposo ou distante.

A cor prata também é muito associada ao trabalho intelectual, incluindo a #ciência e a exatidão.

Cinza representa:

 

• Equilíbrio

• Tranquilidade

• Neutralidade

• Elegância

• Sofisticação

• Ausência de emoção.

Como não tem uma carga emotiva, é frequentemente caracterizada como uma cor enfadonha e sem movimento. Ao mesmo tempo, por ser uma cor neutra e sem #emoção, também é identificada como uma cor dotada de compostura, solidez e estabilidade.

No contexto do mundo dos #negócios, a roupa cinza (ternos, por exemplo) indica sutileza, maturidade, responsabilidade e eficiência no trabalho. A sua utilização deve ser ponderada, já que também pode indicar conservadorismo, uma atitude de indecisão e ausência de energia e iniciativa.

Também é importante referir que algumas pessoas associam o cinza à perda, #depressão, isolamento ou solidão.

O cinza é a cor onde o nobre branco está sujo e o poderoso preto está fraco.

Quando a fogueira termina de queimar, o resto chamamos de “cinzas”.

Assim, o cinza é considerado a cor da velhice, da decrepitude, do enfraquecimento e também daquilo que destrói a alegria de viver.

O carnaval acaba em uma quarta-feira de cinzas.

Os dias chuvosos são “cinzas”, o que é associado negativamente por pessoas que vivem nas cidades. Para estas pessoas, cinza é a cor do mau tempo.  

O cinza também é considerado bruto, grosseiro.

 
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