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Cognição Social: Quando a neurociência e a psicologia trabalham para tornar as pessoas melhores
Por meio da #CogniçãoSocial entendemos as emoções, os pensamentos, intenções e condutas sociais dos outros.
Várias estruturas cerebrais têm um papel chave para controlar as condutas sociais.
O #córtex pré-frontal ventromedial está comprometido com o raciocínio social e com a tomada de decisões; a amígdala com o julgamento social de faces; o córtex somatosensorial direito, com a empatia e com a simulação; enquanto que a insula, com a resposta autonômica.
Estes achados estão de acordo com a hipótese do marcador somático, um mecanismo específico por meio do qual adquirimos, representamos ou memorizamos os valores de nossas ações.
A #Cognição Social é um fenômeno multifacetado, ou seja, composto por diferentes processos #neurobiológicos mas que funcionam de maneira integrada. São eles:
1. A percepção das #emoções, que é a capacidade de reconhecê-las a partir das expressões faciais e não faciais (como os gestos).
2. A percepção social, que envolve decodificar, interpretar e compreender o contexto social que se está inserido. Um exemplo disso, é a compreensão de #hábitos culturais e comportamentos que fazem sentido em determinado local, mas em outro não.
3. A Teoria da #mente, responsável pela compreensão das intenções, disposições ou crenças dos outros e de si mesmo, entendendo que o estado mental, ou seja, a forma como pensa e sente, é diferente da nossa.
4. E o Estilo de atribuição, responsável pela atribuição de causas sobre o acontecimento do outro, por exemplo, quando uma pessoa se comporta de determinada forma e atribuímos uma causa para este tipo de comportamento.
Trabalhando juntos, todos esses domínios são responsáveis pela capacidade de #empatia e ajudam mediar nossas próprias ações, em relação às respostas emocionais e comportamentais das outras pessoas e do contexto em que vivemos.
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