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Como o cérebro reage: estresse, ameaças e medos

Nossa adaptação evolutiva trouxe um alto custo energético. O #cérebro utiliza 25% da energia corporal, e o córtex pré-frontal utiliza 50% da energia disponível para o cérebro. Por este motivo, sempre que possível, o cérebro funciona em modo automático para poupar energia.

O córtex pré-frontal, centro executivo do cérebro, é responsável pelo aprendizado, reflexão, decisão e #pensamento a longo prazo. Nos humanos, é também responsável pela capacidade de autoconsciência e de metacognição. Paradoxalmente, estas capacidades do córtex pré frontal (CPF) nos trazem desvantagens:

• Capacidade de antecipar o futuro – e se preocupar com isso ( #ansiedade );

• Capacidade de pensar sobre o passado – e se lamentar ( #depressão ).

• Frente a alguma ameaça (real ou imaginária), os centros emocionais do sistema límbico são ativados, em especial a amígdala. Com isso, toda uma cascata de neurotransmissores e hormônios é liberada, como cortisol e adrenalina, preparando o organismo para lutar, fugir ou paralisar.

• O sangue sai das vísceras e vai para os músculos;

• Sistema #imunológico é interrompido para economizar energia;

• A respiração se torna mais rápida e superficial.

Antes, os fatores estressores eram biológicos, como, por exemplo, ser surpreendido por um predador.

Hoje, os #estressores são fatores psicológicos em que podemos interpretar certas situações como risco. Por exemplo, uma apresentação do orçamento para a diretoria.

 Estas situações acabam disparando hormônios que nos fazem sentir medo, ansiedade e raiva. A consequência é um #estresse permanente, mantendo o cortisol alto de forma crônica.

Diante uma situação de estresse, somos menos inteligentes. Isso explica por que ficamos distraídos quando estamos ansiosos – a amígdala prende nossa atenção no que julga perturbador, e por isso, quando algo nos preocupa ou aborrece, a nossa mente vaga para este ponto de fixação, gerando os pensamentos circulares.

#neuromarketing #meditação #psicologo

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