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Companhia aérea põe aeromoça no topo do prédio mais alto do mundo

O #medo tem função de ajudar na sobrevivência e nos adaptar ao meio, permitindo a evolução da espécie. Fobia, é um transtorno psiquiátrico, que pode prejudicar e impossibilitar a função adaptativa de uma pessoas, por exemplo em ocasiões sociais.
O quadro de fobia também é composto pela esquiva, ação de fugir, não se expor, e evitar locais ou objetos que gerem o medo, etc.
A primeira fobia registrada foi sentida por um homem que ficava aterrorizado com a música de uma flauta, mas apenas se ele a ouvisse à noite.
Ela foi descrita há 2.500 anos pelo grego #Hipócrates, o “pai da medicina”. Ele não usava, ainda, a palavra “fobia” – isso aconteceu 500 anos depois, quando o autor romano Celso a usou em 30 d.C.
Ele descreveu a hidrofobia como “uma doença muito infeliz na qual a pessoa doente é atormentada ao mesmo tempo pela sede e medo da água, e para a qual há pouca esperança”.
Embora Celso, como outros autores clássicos, soubessem que a hidrofobia e a #raiva estavam relacionadas, na época, eles usaram o termo “raiva” para a doença que atacava os animais, enquanto a hidrofobia era o nome da versão humana da doença.
Neurotransmissores
A serotonina atua como um #neurotransmissor no Sistema Nervoso Central, estando relacionada especialmente ao sistema #límbico, controlando as reações de: ansiedade, medo, #depressão, sono e percepção à dor.
Estudos anteriores levaram pesquisadores a acreditar que os indivíduos com transtorno de #ansiedade social/fobia social têm níveis muito baixos do neurotransmissor serotonina. Um estudo posterior ( Serotonin Synthesis and Reuptake in Social Anxiety Disorder) realizado pela Universidade de Uppsala, no entanto, demonstrou o oposto.
Os indivíduos com fobia social, no estudo, produzem mais serotonina. Quanto mais eles produzem serotonina, mais ansiosos estão em situações sociais.
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