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Confiar em pessoas e marcas estimula mesma área do cérebro




O cérebro aprende constantemente, categorizando os estímulos que chegam em positivos e negativos, ou seja, entre outras coisas, no que confiar ou não.

Os estímulos enviados pelas marcas vão sendo acumulados e registrados em nosso cérebro e só então é decidido se a marca é confiável ou não.

Além da familiaridade, há a tendência de confiar em quem se parece conosco, em relação a preferências, gostos, estilos, etc. Temos uma tendência a confiar e nos identificar com pessoas que se assemelham conosco, que pensam e gostam das mesmas coisas do que aquelas que parecem diferentes de nós. O mesmo acontece com as marcas.
Tomando as atitudes certas de forma estável e contínua, uma marca pode construir confiança ao longo do tempo. Quanto mais confiança, mais memória de marca e mais fidelidade por parte dos clientes. Lembre-se, a confiança deve ser valorizada, então quando uma empresa tiver em mãos essa preciosidade, guarde-a como sendo o seu maior ativo, como sendo sua vida no #mercado.
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