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Nosso amor por chocolate revela nossas decisões de compra
O chocolate é uma daquelas paixões que os consumidores tendem a eleger como uma unanimidade. É algo que quase todas as pessoas gostam e, de maneira consequente, sentem vontade de comprar. Ainda que os consumidores mudem seus comportamentos ao longo dos anos, o chocolate permanece sendo comprado com muita frequência. De fato, apesar de vivenciarmos algumas mudanças nos nossos gostos, o chocolate nos acompanha por toda a vida. Não há idade em que comer chocolate deixa de ser bom, ao contrário de outros produtos da infância que são perdidos quando você atinge a idade adulta.
Mas por que compramos chocolate? E, acima de tudo, o que podemos aprender com essa decisão de compra e como podemos aplicá-la em outras áreas nas quais as decisões de consumo são tomadas?
Um estudo publicado no site Business 2 Community no final de 2018 analisou padrões de compras de um grupo de mulheres na Alemanha para tentar entender o que as tornava compradoras fiéis de chocolate e também se a mensagem e a visão consciente afetavam o modo como tomavam essa decisão. Em outras palavras, a intenção do estudo era descobrir se o chocolate, por si só, tem efeito final na compra do chocolate.
As conclusões destacaram que é mais valioso estudar o cérebro dos consumidores do que confiar nas mensagens para posicionar uma marca de chocolate.
O que nos faz comprar chocolate é o que acontece no nosso cérebro no nível não consciente. De modo esperado, os participantes do estudo relataram que estavam com fome e que tinham uma forte necessidade de comer doces. De fato, pensar em chocolate faz com que você queira comê-lo. Os pesquisadores determinaram, portanto, que não existe um “botão de compra” no cérebro, mas que o que nos leva a tomar decisões de compra é o trabalho paralelo de vários botões de compra.
Viu?
A resposta sempre está no cérebro, que compreende o chocolate como um alimento certeiro, ou seja, que nós fará sentir bem!
#neuromarketing #chocolate #neurociência #comportamento
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