O cérebro do pessimista é diferente do cérebro do otimista?

O #otimismo está intimamente ligado às experiências da #infância. Quando são vivenciados vínculos significativos e seguros com os adultos durante a infância, desenvolve-se uma visão positiva da realidade, que perdura por toda a vida.

Para o otimista, eventos trágicos ou difíceis não parecem afetar significativamente a disposição de ver os aspectos positivos da vida. Situações como a morte ou o divórcio não alteraram significativamente essa atitude. Parece que a maioria das pessoas sabe que deve focar nos aspectos positivos da realidade, apesar das adversidades, pois isso mantém o #EquilíbrioEmocional.

O cérebro do otimista observa, processa e entende a realidade de uma maneira diferente. Esta aptidão para ver um raio de luz onde outros só vêem paredes e trevas se origina de certas áreas do cérebro. Essas áreas são desenvolvidas especificamente para fornecer maior abertura, flexibilidade, resiliência e capacidade para gerenciar melhor o estresse diário.

Então, é verdade que o cérebro do #otimista difere do cérebro do pessimista? Como esperado, não há diferença anatômica entre eles. Todas as pessoas têm as mesmas estruturas cerebrais e regiões cerebrais. A diferença é como essas regiões são ativadas e conectadas umas às outras.

Em 2015, um estudo publicado na #Neuroscience demonstrou, a partir de análises de imagens cerebrais, que pessoas felizes e otimistas têm uma região do cérebro com destacada atividade: o estriado ventral.

O trabalho mostrou uma relação entre a ativação prolongada dessa parte do cérebro e o prolongamento de emoções positivas mantidas em contextos do mundo real, ou seja, no desfrutar das emoções mais positivas que estão ao nosso alcance.

Ao identificar uma região específica do #cérebro relacionada com a manutenção das emoções positivas é possível facilitar a visualização do que poderíamos chamar de um interruptor, permitindo a ativação desta região de forma #consciente.

E você #neurocompartilhador?
O que acha de tudo isso?


Publicado

em

por

Tags:

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *