O cérebro dos músicos é diferente?

👉 Uma parcela pequena da população, inferior a 5%, que não sente prazer com a #música e/ou não consegue identificar suas nuances. Isso pode ser congênito ou mesmo decorrente de uma lesão cerebral adquirida.

A música é tão antiga na vida do homem, que é anterior à própria 3linguagem e à agricultura.

Ao tocarmos um instrumento, #cérebro todo é utilizado, principalmente o #córtex visual, auditivo e motor. Permite que os dois hemisférios do cérebro trabalhem conjuntamente.

Já a percepção do som envolve uma série de estruturas cerebrais, tais como córtex pré-frontal, córtex pré-motor, córtex motor, córtex #somatossensorial, lobos temporais, córtex parietal, córtex occipital, cerebelo e áreas do sistema #límbico, incluindo a amígdala e o #tálamo.

😃 Quando escutamos música, nosso batimento cardíaco, nossa frequência respiratória e nossos ritmos elétricos cerebrais mudam conforme o ritmo e a #melodia, em outras palavras, “dançam conforme a música“.

🤰 As #crianças normalmente se expressam melhor pelo som e pela música do que pelas palavras. E esse contato com o som representa uma das experiências sensoriais mais precoces do ser humano, por envolvê-lo já na vida #intrauterina, ocasião em que o feto é submetido a uma série de estímulos sonoros como a voz da #mãe, os batimentos cardíacos, os sons articulares, o ritmo respiratório, além dos sons provenientes do mundo externo.

Estudos indicam que há diferenças estruturais entre cérebros de #músicos e não músicos. Entre as diferenças apontadas estão maior volume do córtex auditivo, maior concentração de massa cinzenta no córtex motor, maior espessura do corpo caloso anterior.

😳👂 Estudos envolvendo #neuroplasticidade indicam correlação entre tempo de estudo musical e essas diferenças estruturais. Além disso, é possível que haja um período crítico relacionado a essas mudanças, indicando uma possível correlação entre idade em que se começou a estudar música e as mudanças estruturais cerebrais.

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