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O cérebro indo às compras: excesso de estímulos e pressão por consumo.


A entrada é geralmente a transição entre a área de estacionamento e a área da #loja.
Portas automáticas ou escadas rolantes que o forçam a diminuir o ritmo em que avança.
A ideia é reduzir qualquer pressão que você esteja trazendo de outros lugares e permitir-se entrar no ambiente propício à compra.

Em lojas, #shoppings e supermercados você não encontrará relógios em lugar nenhum e raramente conseguirá ver o mundo exterior. Estas são técnicas muito comuns para distorcer sua percepção do tempo.
Quanto mais tempo você passar lá, maior a probabilidade de encontrar algo que lhe interesse e comprá-lo.

O lugar é barulhento, com pessoas conversando e crianças gritando. Tudo isso faz com que você anseie pelo relativo conforto que as lojas oferecem, empurrando você para elas.

As chances são de que, assim que você entrar em uma loja, vire à direita, que é o que a maioria das pessoas faz. É tão comum que o façamos, que se tornou o local ideal para colocar ofertas, promoções e recomendações.

Em um #supermercado, os produtos mais comprados estão separados da entrada e distantes uns dos outros. O pão nunca estará ao lado do leite. Isso é para que as pessoas visitem o maior número possível de corredores durante a visita. Assim, as chances de uma compra impulsiva aumentam.

Não é incomum que ao final de nossa compra no supermercado acabemos na área de bebidas e álcool.
Seremos tentados a nos recompensar com aquela garrafa de vinho que tanto gostamos, ou o pacote de cervejas que está na altura dos olhos. Além disso, neste espaço os pisos serão de madeira e a iluminação será um pouco mais quente.

Sua última compra por impulso provavelmente será feita enquanto você espera na fila do caixa.
Gostou?
Comente se você já havia percebido isso 🙂
#neurovendas #neurovarejo #comprasporimpulso
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