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O vício no cérebro
Às vezes, esquecemos que o #vício tem muitos rostos, muitas formas e comportamentos. Existem pessoas viciadas em compras, outras que não conseguem deixar o celular de lado, etc. Existem também pessoas viciadas em sexo, em esportes, apostas, alimentos, etc.
Pessoas #viciadas apresentam um #transtorno obsessivo #compulsivo, além de uma baixa flexibilidade cognitiva e metas pessoais limitadas ou inexistentes.
Algo que boa parte dos #neurologistas e especialistas em vício concluem é o seguinte: as pessoas com #dependência a uma determinada substância ou a um comportamento suprem seus vícios com uma necessidade emocional.
#Compulsividade
São comportamentos que o cérebro é incapaz de controlar e que se retroalimentam seguidamente.
Pouco a pouco, este “estimulante” externo substitui as recompensas naturais do próprio organismo, e o #cérebro precisa de mais.
O trabalho da dopamina em qualquer processo de vício é importantíssimo. O motivo para isso? É ela que gera a vontade e o desejo, ela que “ilumina” o resto das regiões cerebrais para que elas se direcionem para uma mesma causa e necessidade.
O corpo estriado, por exemplo, é o primeiro a funcionar e o que “recruta” estruturas como o mesencéfalo e o córtex orbitofrontal.
Todo o cérebro entende que esta substância, este comportamento, é prioritário, e este torna-se seu único objetivo.
Se o consumo se tornar crônico, vão aparecer mudanças #neuroadaptativas e neuroplásticas a ponto de alterar por completo a estrutura deste sistema.
O cérebro tem uma virtude excepcional: foi projetado para mudar, para produzir novas conexões neuronais, para aprender, para ser treinado, para criar novos tecidos e #células nervosas
O que significa isso e que relação tem com o cérebro #viciado? Basicamente, que há esperança
Seria o caso, essencialmente, de gerar novos padrões #sinápticos baseados em novos comportamentos e pensamentos
Um acompanhamento profissional psicológico também seria o mais indicado.
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