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E como isso acontece? Os neurocientistas reuniram os participantes e monitoraram individualmente sua atividade cerebral através de aparelhos de ressonância magnética funcional (FMRI). Quando submetidos à observação de dois diferentes padrões visuais, os participantes deveriam optar por um, e posteriormente responder o quão vívido o padrão era percebido por eles.
O pesquisa indica, portanto, que nosso inconsciente têm muito mais relevância em nossas ações conscientes do que imaginamos. Isso poderia, aponta o site Quartz, contrapor até mesmo o conceito de livre arbítrio.
O mesmo estudo explica ainda que imagens indesejadas, tais como as experimentadas após um trauma, surgem primeiramente como pensamentos inconscientes. Sendo assim, podem tornar-se conscientes à medida em que são mentalizadas em excesso. O mesmo acontece com os pensamentos positivos.
No entanto, os responsáveis pela pesquisa apontam a relevância em se debater a dominância total do inconsciente em nossas escolhas reais: “Nossos resultados não podem garantir que todas as escolhas sejam precedidas por imagens involuntárias, mas mostra que esse mecanismo existe e potencialmente viola nossas escolhas cotidianas”, diz um dos autores do estudo, Joel Pearson, em um comunicado ao portal Medical Press.

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