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Uma pessoa é exposta a 362 anúncios por dia. Está disposta a se engajar com 12 deles.

😖🔨Quanto mais as empresas tentam martelar informações na sua cabeça, menos você dá atenção a elas: de cada 100 #propagandas, 92 são sumariamente ignoradas ou esquecidas.

🤔 Mas e se fosse possível usar as últimas descobertas sobre o cérebro para mudar o jeito de fazer #publicidade, criando anúncios que sejam irresistíveis para a mente do #consumidor?

😳 É possível, e já tem gente tentando fazer isso.

Acredita-se que 20% das multinacionais estejam fazendo, ou já tenham feito, algum estudo de #neuromarketing.

• A Mercedes ficou sabendo que as pessoas gostam de carros com cara de gente – pois, quando olhamos para a frente de um automóvel, usamos os mesmos #Circuitos Cerebrais que processam rostos.

• O YouTube descobriu que, ao contrário do que poderia parecer, os usuários não se irritam com #anúncios inseridos sobre os vídeos. (cá pra nós, comigo não é assim e com você?)

As pesquisas também estão descobrindo que as propagandas podem ter o efeito oposto ao que pretendem.

🚬🤐As advertências impressas no verso dos maços de #cigarro, por exemplo. Elas realmente evitam que os não fumantes adquiram o vício. Mas, com quem já fuma, têm o efeito contrário: aumentam a vontade de dar umas tragadas. Quando #fumantes veem essas mensagens, seu núcleo accumbens dispara – é a mesma região do #cérebro responsável pela vontade de fumar. Isso acontece porque os avisos estão associados ao ato de fumar: quando a pessoa se lembra deles, também se lembra da parte prazerosa do fumo.

😌 Sexo vende
O #sexo não vende. Na verdade, ele reduz a possibilidade de que os espectadores se lembrem da propaganda, conclui a pesquisa, provavelmente para associar a marca a outras sensações.

😀 Programas humorísticos ou violentos são ruins para os anunciantes, porque fazem as pessoas esquecer das propagandas, e dá mais resultado colocar anúncios em shows que não sejam relacionados ao que você quer vender (anunciar um carro num programa de culinária, por exemplo).

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