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Mensagens subliminares: o poder de persuasão subconsciente

Provavelmente você já deve ter ouvido falar no experimento que projetou numa tela de cinema os dizeres “Beba Coca-Cola” e “Coma Pipoca” de maneira muita rápida, (1/3.000 de segundo) a cada cinco segundos durante a projeção de um filme. Ninguém na sala de cinema percebeu o que estava acontecendo. Essa era a intenção da propaganda #subliminar.

O pesquisador James Vicary afirmou na época (década de 50) que o consumo de Coca-Cola e de pipoca aumentou após a exibição como consequência dessa experiência. A verdade é que não houve aumento algum. O próprio Vicary desmentiu a história anos depois. Mas a intenção de se conectar com a mente dos consumidores sem que eles nem mesmo percebam continua viva e a lenda circula até hoje.

As mensagens subliminares podem aparecer em frações de segundos na tela sem que o espectador perceba. No entanto, se o vídeo for passado em câmera lenta, é possível identificar a imagem secreta e entender o seu significado de forma consciente.

Os efeitos persuasivos ainda não podem ser comprovados cientificamente.

 

Há também uma forma de #propaganda indireta muito semelhante à associação em comerciais. Produtos que são divulgados durante filmes e novelas podem causar um efeito subconsciente ainda mais profundo. É comum que em produções culturais apareçam personagens utilizando #marcas reais, em situações naturais e quase imperceptíveis.

 

Nesses casos, o consumo do produto real na #ficção pode ter uma forte influência no público, principalmente se o item combinar com a personalidade e as necessidades do personagem da história.

 

Apesar de não haver comprovações dos efeitos como forma de #persuasão, há muitas evidências que mostram que a mente subconsciente pode usar a informação subliminar de forma que cause necessidade de #consumo no público.

A criação de #publicidade subliminar de forma proposital é considerada antiética e, por isso, o assunto rende muitas discussões, principalmente no meio empresarial e publicitário.
 
O quê você acha disso tudo?
 
Conteúdo extraído do texto de Rafael Rez

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