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Use BTL, o cérebro adora surpresas!
Bom, não tão inovadora assim… Em 1921, quando Coco Chanel lançou o N˚5, sua estratégia de marketing era o que hoje nós chamaríamos de #BTL (Below The Line).
Para promover uma nova fragrância, ela convidava um pequeno grupo de amigas da alta sociedade para jantar. Em algum ponto durante a noite, surpreendia a todas borrifando-as com o perfume e presenteando-as com alguns frascos. Para familiarizar as #consumidoras com o produto, ela perfumava os provadores de suas #butiques com a fragrância.
Funcionou! Dentro do pequeno círculo da alta sociedade parisiense, o #chaneln5 se tornou um sucesso imediato.
BTL é a sigla para #BelowTheLine, ou abaixo da linha. Esse termo refere-se a campanhas de #comunicação não massivas, direcionadas a segmentos de mercado específicos.

O objetivo é sair completamente do padrão estabelecido pelas mídias tradicionais (TV, rádio, cinema, jornal impresso, revista, outdoor, banners).
No geral, as ações são desenvolvidas por meio de:
• marketing de #guerrilha;
• marketing de relacionamento;
• venda direta;
• mídias sociais;
• relações públicas;
• exposições;
• feiras;
• patrocínio;
• mobile.

Quando o resultado da surpresa é positivo, a emoção resultante é prazerosa, desencadeando uma intensa ativação de áreas do cérebro. Essas áreas estão envolvidas em outras emoções, incluindo o prazer.

Um exemplo perfeito é que muitas pessoas gostam de entrar em casas de terror, nas quais haverá muitas surpresas que, a princípio, deveriam ser negativas, pois são seguidas por emoções de carga negativa, como o medo e o nojo.
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